—Gosto de nostalgia, de me sentir viva, de saudade (ao menos que doa) e de fatos relacionados a minha infância. Pois bem, acredito que quero viver de nostalgia, criar CDs com minhas músicas preferidas e entregá-lo a alguém que amo; tirar fotos com câmeras analógicas e polaroids; cozinhar para mim mesma; acabar com um caderno de tanto escrever, sair por aí tocando violão, mesmo desafinada. É, viver be
m indie.
—Pode parecer óbvio, mas eu amo a cidade luz e sonho ir para lá. — mas não somente para as áreas movimentada onde há a torre eiffel ou o arco do triunfo, e sim para os lugares históricos, distantes, onde realmente se sabe que algo ocorreu, como lugares típicos da revolução francesa, etc — Parece bem estranho, mas Paris me trás uma sensação nostálgica, o que estimula o meu desejo de ir até lá, mas me passa uma energia tão boa, algo que me dá a sensação de que tudo é possível na cidade luz, na França (algo maior do que comer croissant, fazer piquenique no rio Sena e conhecer um francês que goste de arte), uma sensação de poder voar, de poder tornar meus sonhos realidade... É algo tão novo é incrível para minha mente adolescente imatura, mas é incrível, que a cada dia eu quero mais.
—Além de Paris, muitas coisas me dão sensação de nostalgia. Ouvir músicas do início dos anos 2000 e do final dos anos 90 (tem uma razão em especial, só minha); ler textos feitos por Lucas Edwin e ver fotos da adolescência de meus irmãos. É muito gozado, eu sei, mas é ótimo e como já foi dito, me faz me sentir muito viva.
—Eu aprendi (em mais ou menos 8 anos) que a nostalgia é algo tão comum quanto ter um dejá vù, pensando bem, a minha vida é um completo dejá vù e às vezes eu sinto que posso viver de passado, pois é, aprendi que nostalgia vai bem mais do que somente sentir, é uma aprendizagem, sobre ser que a gente é consiliar o que a gente sente...
m indie.—Pode parecer óbvio, mas eu amo a cidade luz e sonho ir para lá. — mas não somente para as áreas movimentada onde há a torre eiffel ou o arco do triunfo, e sim para os lugares históricos, distantes, onde realmente se sabe que algo ocorreu, como lugares típicos da revolução francesa, etc — Parece bem estranho, mas Paris me trás uma sensação nostálgica, o que estimula o meu desejo de ir até lá, mas me passa uma energia tão boa, algo que me dá a sensação de que tudo é possível na cidade luz, na França (algo maior do que comer croissant, fazer piquenique no rio Sena e conhecer um francês que goste de arte), uma sensação de poder voar, de poder tornar meus sonhos realidade... É algo tão novo é incrível para minha mente adolescente imatura, mas é incrível, que a cada dia eu quero mais.
—Além de Paris, muitas coisas me dão sensação de nostalgia. Ouvir músicas do início dos anos 2000 e do final dos anos 90 (tem uma razão em especial, só minha); ler textos feitos por Lucas Edwin e ver fotos da adolescência de meus irmãos. É muito gozado, eu sei, mas é ótimo e como já foi dito, me faz me sentir muito viva.
—Eu aprendi (em mais ou menos 8 anos) que a nostalgia é algo tão comum quanto ter um dejá vù, pensando bem, a minha vida é um completo dejá vù e às vezes eu sinto que posso viver de passado, pois é, aprendi que nostalgia vai bem mais do que somente sentir, é uma aprendizagem, sobre ser que a gente é consiliar o que a gente sente...
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